Perfil no início
Comece com uma secção "Sobre mim" que explique a sua mudança.
Como convencer com um currículo bem pensado e levar a bom porto a mudança de profissão.
A mudança de carreira (Quereinstieg) é um percurso cada vez mais aceite na Suíça. A falta de profissionais qualificados torna as empresas mais abertas a candidatos vindos de outros setores. A chave: um currículo que mostre claramente as suas competências transferíveis e a sua motivação.
Um currículo de mudança de carreira tem de contar duas histórias: "o que fiz" e "porque quero agora algo novo". Use um perfil forte no início (3-4 frases) que ligue os dois mundos e mostre a sua motivação.
O que da sua profissão anterior tem valor na nova? Gestão de projetos, relação com clientes, pensamento analítico, liderança de equipas, conhecimentos técnicos? Coloque estas competências em destaque e ligue-as a exemplos concretos da profissão anterior.
Fez um curso, um CAS ou um certificado na nova área? Isso vem em primeiro lugar, logo a seguir aos dados pessoais. Mesmo cursos mais curtos (Udemy, Coursera, escolas técnicas superiores suíças, HF) mostram seriedade.
Para quem muda de carreira, a carta de motivação (Motivationsschreiben) é decisiva. É nela que explica porque faz a mudança. Importante: nada de narrativas de fuga ("queria sair de..."), mas sim fatores de atração ("o que me fascina nesta área").
Quem muda de carreira tem muitas vezes de aceitar um salário de entrada mais baixo, e isso é normal. Conte com isso, mas não se subestime: a sua experiência profissional tem valor, mesmo num setor novo.
Comece com uma secção "Sobre mim" que explique a sua mudança.
Dê destaque às competências: isso desvia a atenção do setor de origem.
Números, projetos, resultados mensuráveis, também da profissão anterior.
Mensagens no LinkedIn, cafés, referências: muitas vezes mais importantes do que o próprio currículo.
Com uma secção de perfil forte no início e uma carta de motivação convincente. O currículo mostra os factos, a carta conta a história.
Na maioria dos casos, sim, sobretudo numa mudança completa de setor. 10-20% a menos é realista. Com experiência profissional em competências transferíveis, pode no entanto negociar.
Informática (sobretudo desenvolvimento, DevOps, dados), enfermagem e cuidados, profissões sociais, ensino, vendas, RH e marketing: todos com falta de profissionais qualificados.
Não há limite de idade. Há pessoas que mudam de profissão aos 30, 40, 50 e até aos 60 anos. A experiência vale muitas vezes mais do que a idade pesa.
Crie o seu currículo de mudança de carreira com um perfil bem pensado e competências claras.
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